Uropediatria

Inúmeras alterações congênitas do sistema gênito-urinário podem ocorrer e devem ser reconhecidas e tratadas, para evitar danos ou sequelas.

ESTENOSE DA JUNÇÃO URETEROPIÉLICA: é a causa mais comum de hidronefrose (dilatação dos rins) antenatal, consistindo na restrição ao fluxo urinário da pelve em direção ao ureter que, em alguns casos, se não for tratada, pode provocar piora progressiva da função renal.

REFLUXO VESICOURETERAL: é o fluxo retrógrado de urina da bexiga ao trato urinário superior (volta de urina da bexiga para o rim), facilitando a ascensão de bactérias aos rins, predispondo a ocorrência de infecções (pielonefrites), podendo resultar em lesão e formação de cicatrizes renais. Conforme a gravidade do refluxo, pode ser classificado em graus: 1 a 5. Na maioria das crianças a resolução do refluxo é espontânea durante a fase do crescimento, sobretudo os refluxos de menor grau. Entretanto, muitas crianças podem necessitar de tratamento. 

TESTÍCULO CRIPTORQUÍDICO: posicionamento do testículo fora do escroto. Acomete cerca de 3% dos meninos nascidos a termo. Destes cerca de 70% tem descida testicular espontânea até um ano de idade, quando apenas 1% persiste com criptorquidia. A associação com hérnias é relativamente frequente.

As possíveis consequências secundárias a esse quadro são:

-Deficiência da espermatogênese e infertilidade

-Neoplasia de testículo: 40x maior nos testiculos criptorquídicos comparada à populace normal.

O tratamento cirúrgico consiste na orquidopexia, com fixação do testículo na bolsa. A laparoscopia é o método ideal quando não se consegue palpar o testículo no canal inguinal.

 

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