Reposição Hormonal Masculina

Por que repor a testosterona baixa?

Quando bem indicada, a reposição hormonal proporciona grandes benefícios para os pacientes diagnosticados com Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino, diminuindo as taxas de degradação óssea e gordura corporal, e aumentando a densidade óssea e a massa magra força muscular. Além disso proporciona aumento da libido e melhora na função erétil, bem como aumento na sensação de bem – estar. Quanto aos efeitos no sistema cardiovascular, observa-se uma diminuição da agregação plaquetária e do tônus dos vasos, diminuição de LDL (Low density lypoprotein) que é a fração ruim do colesterol e pouca diferença nos níveis de HDL (High density lypoprotein) fração boa do colesterol.

Além da reposição, quais as recomendações seguir?

Deve-se ressaltar que tão importante quanto a reposição hormonal deve ser a mudança de hábitos de vida com especial atenção para a alimentação saudável, prática de exercícios físicos, abolir fumo, álcool, sal e alimentos gordurosos, fazer uso de suplementos de vitaminas, minerais e anti-oxidantes.

É necessário acompanhamento ao longo do tratamento?

            Os pacientes em vigência de tratamento devem ser acompanhados regularmente pelo médico urologista, pois podem surgir efeitos adversos no decorrer do tratamento, tais como retenção de líquido, apnéia de sono, endurecimento do mama, ginecomastia, aumento das hemáceas (células vermelhas do sangue)

Quas as possíveis vias de reposição hormonal?

1- Tratamento injetável com injeções intramusculares a cada 2 ou 3 semanas de cipionato, decanoato, isocaproato, propionato ou enantato de testosterona, com picos suprafisiológicos – são os de menor custo no mercado, como exemplo temos o Deposteron. Muito utilizados, devido ao baixo custo.

2- Tratamentos por gel ou adesivos cutâneos têm bons resultados, porém podem provocam dermatites e necessitam uso é diário.

3- Injetáveis de maior duração: undecanoato de testosterona - de aplicação intramuscular a cada 3 meses, custo mais alto e tem a desvantagem de gerar picos supra-fisiológicos de testosterona e consequente maior aromatização ou metabolização do hormônio com produto final estradiol (hormônio feminino).

4-  Implantes sub-cutâneos absorvíveis - são a mais nova opção no mercado mundial e de melhor biodisponibilidade absortiva – não fazem pico de testosterona, podem durar de 6 a 9 meses, dependendo da dose implantada, não demandam injeções trimestrais, possuem custo mais elevado, mas vêm ganhando espaço rapidamente no mundo inteiro. Possuem taxa de liberação lenta de testosterona e portanto são mais fisiológicos.

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