Como melhorar meu desempenho sexual?

O tratamento da disfunção erétil deve buscar o combate aos fatores desencadeantes, com controle de fatores tais como hipertensão, dislipidemia e diabetes; combate ao tabagismo e etilismo; redução do sedentarismo; correção de alterações hormonais detectadas; controle das psicopatias associadas. Além das medidas descritas, o tratamento pode necessitar de condutas adicionais, que serão descritas a seguir. Em geral, 3 etapas de tratamento são disponíveis, passando adiante conforme houver necessidade, pois tornam-se mais complexas e invasivas.

1- Tratamento medicamentoso via oral:

Os inibidores da 5-fosfodiesterase, inicialmente representados pelo Sildenafil (Viagra) são medicamentos que revolucionaram a andrologia, possibilitando a reabilitaçao de inúmeros homens com disfunção erétil, com taxa de sucesso de até 75% dos casos. Hoje em dia, estão disponíveis outros agentes (tadalafila, vardenafila..) com diferentes posologias, cada qual deverá ser ajustada conforme o perfil de cada paciente. Em teral deve ser administrada 1-2 horas antes do início do estímulo sexual. A contra-indicação absoluta ao uso desses medicamentos são cardiopatas em uso de vasodilatadores do tipo nitratos.

2) Auto-injeção intracavernosa de drogas vasoativas:

-Papaverina - atualmente sua utilização isolada foi abolida devido às complicações que pode causar, sendo a mais temível a fibrose dos corpos cavernosos ou o priapismo, levando a uma lesão irreversível do órgão eretor.

-Prostaglandina E1 (PGE1) - bastante eficiente, com sucesso em 79% dos casos, independentemente da causa que levou à disfunção sexual. O efeito colateral mais importante é a dor no local da aplicação e que ocorre em 40% dos pacientes.

-associação da PGE1, fentolamina e papaverina - permite a utilização de doses muito pequenas de cada droga, com sucesso superior a 95% dos casos de impotência de qualquer etiologia. É praticamente isenta de efeitos colaterais e não causa dor peniana. Raramente ocasiona priapismo.

3) Implante de prótese peniana- cirurgia com colocação de dispositivo externo dentro do corpo cavernoso do pênis, podendo ser de 2 tipos:

-semi-rígidas 98% de sucesso (a mais usada no Brasil)

-infláveis 97% de sucesso (alto custo).

A complicação mais importante do uso de próteses é a infecção, que pode ocorrer em 3 - 10% dos casos, sendo mais temida nos casos de diabéticos.

 

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